Dicas

Dormir

O quiropraxista é o profissional da área de saúde que se dedica ao diagnóstico biomecânico, ao tratamento e à prevenção das desordens do sistema neuro-musculo-esquelético (articulações, músculos, tendões, nervos e outras estruturas) e dos efeitos destas alterações sobre a saúde em geral, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde).

Normalmente, a coluna vertebral sofre desalinhamentos, provocando distensão dos ligamentos e dos músculos, ativando os receptores da dor, enviando sinais excessivos ao cérebro. Estes desalinhamentos (subluxações) das vértebras podem irritar os nervos que por ali passam, atrapalhando a comunicação do sistema nervoso com os órgãos do corpo. Desta forma, o objetivo principal do tratamento quiroprático é restabelecer a harmonia do corpo através do realinhamento da coluna vertebral.

Dra. Larissa Martins Nunes Teixeira, DC
Universidade Feevale – Palmer College of Chiropractic, EUA
ABQ: 0456

Outras dúvidas podem ser esclarecidas através do e-mail larissa.quiro@terra.com.br

HISTÓRIA DO COLCHÃO Postado em 29.10.2012

A História do Colchão


No princípio, o homem dormiu no chão duro e frio. Mas não levou muito tempo até ele agrupar folhas, palhas e ramos criando uma superfície mais confortável para dormir. Depois, formou o que mais tarde viria a ser chamado de colchão, costurando duas peles ou tecidos e enchendo com os materiais que antes estavam no chão (folhas, palha e ramos).

Ainda, em 3400 A.C., o Rei Tut dormia em uma cama de ébano (madeira nobre) enquanto os cidadãos dormiam sobre pilhas de palmeiras. Estima-se que o primeiro colchão foi desenvolvido pelos romanos. Ele era cheio com materiais orgânicos como palha, pêlo animal, algodão, lã ou penas.

Os romanos também usaram o primeiro colchão de água, mas não como o conhecemos. Para eles, colchão de água significava deitar na água morna, em uma espécie de banheira, até ficar com sono, então alguém o elevava até um colchão de balançar para balançá-lo até ele dormir. Durante o renascimento, o enchimento dos colchões era composto de penas e feno e o revestimento utilizava tecidos luxuosos como seda, brocado (tecido com desenhos em relevo) e veludo.

No século XVI o colchão era colocado sobre uma treliça de cordas fixas em uma estrutura retangular de madeira. Desde então os colchões passaram a ser estofados também na parte de baixo. Os primeiros colchões estofados com algodão foram introduzidos no século XVIII. Em 1881, Sealy, Texas, uma pequena cidade fora de Houston, Daniel Haynes, fabricante de máquinas de descaroçar de algodão, começou a fazer colchões estofados com algodão e vender para amigos e vizinhos.

Daniel Haynes inventou uma máquina que comprimia o algodão para o uso em colchões e, em 1889, conseguiu a patente sobre a invenção. Seu colchão ficou tão popular que ele vendeu direitos sobre patente a pessoas em outros mercados que também começaram a fabricar o produto que na época era conhecido como o "Colchão de Sealy".

Com a revolução industrial, surgiu a mola de aço em espiral que foi primeiramente patenteada em 1857 para o uso em acentos de cadeiras. Heinrich Westphal foi reconhecido como o inventor do colchão de molas em 1871. Heinrich morava na Alemanha.

Os colchões de mola começaram a ganhar mercado nos anos 20, mas só obteve êxito realmente após a segunda guerra mundial quando houve uma corrida pelas patentes em diferentes modelos de colchões. Ainda nos anos 50 houve um rápido desenvolvimento do mercado com as empresas licenciadas. Os lançamentos dos tamanhos King e Queen super-size causaram grande impacto no mercado.

Podemos dizer que em sua estrutura básica, o colchão de molas sofreu grandes mudanças desde sua invenção. A única coisa que permanece igual é o uso do aço pois, mesmo o revestimento que outrora era de algodão, hoje é feito predominantemente de espuma de poliuretano nos dois lados do colchão e cobertos com um bonito metalassé.

Por volta de 1900, era comum ter colchões infestados de insetos, até mesmo os novos. O enchimento orgânico estava sujeito a todos os tipos de ataques de bichos, bactérias e mofo. Usava-se muito a expressão: "Não deixe os bichos da cama morder."

Mesmo nos anos 50 e 60, os colchões de algodão eram populares. O algodão mofava facilmente em climas quentes e úmidos, até com o advento do ar-condicionado. Os colchões de algodão se diferenciavam entre feitos de algodão cru e feitos de feltro de algodão. Os de feltro de algodão eram mais caros. Os colchões de algodão tendiam a ficar mais compactos e duros com o tempo ao contrário do colchão de molas que fica mais macio ao longo do tempo.

A espuma era um subproduto das guerras. O Látex veio primeiro como resultado desesperado para substituir a borracha. A espuma de poliuretano se tornou um concorrente do látex em meados da década de 50, pois sua espuma era muito mais cara que um colchão de molas. O poliuretano era mais barato que o látex, entretanto uma espuma de qualidade boa ainda era mais cara que um colchão de molas. Espuma barata foi muito usada para fazer colchões e isso criou um conceito ruim para os colchões de espuma. Era difícil alcançar uma diferenciação com poucas opções de colchões. Com a preocupação dos fabricantes quanto a firmeza (quanto mais firme melhor), os colchões de espuma eram muito duros e os consumidores não sentiam a diferença.

No que se refere a espuma de poliuretano, a primeira empresa a produzir espumas no Brasil foi a antiga Orion fundada entre os anos de 1958 ou 1959, localizada no Brás, em São Paulo. Posteriormente teve seu nome mudado para Trorion. Entre os pioneiros na espuma podemos destacar ainda a Piraspuma e a Vulcan, ambas já desaparecidas.

No final dos anos 50 e começo dos anos 60 os tecidos bordados (metalassé) se tornaram populares em detrimento dos tecidos lisos. As superfícies dos colchões a partir de então eram multi-agulhadas e esse estilo domina o mercado até hoje.


COMO ESCOLHER UM COLCHÃO Postado em 29.10.2012

Como Escolher Certo de Seu Colchão e Sua Cama Box ?
Dicas Para Escolher Corretamente o Seu Novo Colchão
O ideal é comprar o Colchão de acordo com suas necessidades de conforto e uma Cama Box (cama estofada base) e, assim, formar o seu Conjunto Box. As Camas Box são feitas especialmente para suportar o peso dos usuários, proporcionando maior conforto e maior vida útil dos colchões. E pode ser usado para formar o seu conjunto box qualquer tipo ou modelo de colchão que atenda o seu perfil pessoal de conforto. É ideal que este colchão tenha uma altura acima de 24 cm para deixar seu conjunto mais vistoso e, se usar colchões com altura abaixo de 24 cm, terá altura final do conjunto (cama+pés+colchão) baixa e o seu visual fica inferior aos conjuntos + altos.

A escolha de um colchão errado pode causar indisposição, cansaço e até dores de cabeça.
• O tempo de vida de um colchão pode variar de 3 a 5 anos dependendo dos materiais e acabamento utilizados
• Quando se escolhe um colchão para casal, deve-se levar em consideração o peso e altura do cônjuge maior
• Quanto a firmeza, seu colchão não deve ser muito "duro", nem muito "macio". Nos colchões muito "macios" a coluna fica "torcida", já os muito "duros" não se ajustam ao contorno do corpo.

Para fazer uma boa escolha de seu colchão, deve se atentar ao seu perfil pessoal de gosto de conforto e que seu organismo esteja acostumado e tenha preferência . As linhas de colchões disponíveis são: Especiais(latex ou viscoelastico) – Espuma (D28,D45 e D33) – Molas (Bonnel e Pocket,Lfk,multilastic). Procure sempre verificar a linha de seu colchão atual e suas características e benefícios, e o nível de satisfação que este produto lhe proporcionou. E assim possa fazer uma boa escolha que atenda seu gosto pessoal.

- Conforto Extra Firme: você deverá escolher e usar os Colchões de Espuma ou Molas extra firme.

- Conforto Firme com Toque Maciez: você deverá escolher e usar os Colchões de Mola ou Latex

- Conforto Macios : você deverá escolher e usar os Colchões de Molas Macios com latex ou visco elesticos(nasa)

Após definir a sua linha de colchão, leia atentamente na página de detalhes e informações do produto as características e benefícios que cada um oferece dentro da mesma linha. lembrando da regra de custo x beneficio. Invista na qualidade de seu descanso.

O Colchão IDEAL:
O colchão ideal é aquele no qual a coluna se molda na posição correta, e sustenta corretamente o peso do seu corpo, proporcionando descanso.

Deite sempre de decúbito dorsal horizontal (de barriga para cima) ou em decúbito lateral (de lado). Evite deitar-se de bruços, nesta posição a coluna fica sem apoio e torna-se dolorosa.

Ao deitar-se de barriga para cima, use travesseiro fino; ao deitar-se de lado, use travesseiro médio, preenchendo o espaço entre a cama e a orelha, de modo que o pescoço fique alinhado com o tronco.A melhor maneira de dormir é aquela que permita o relaxamento total dos músculos, principalmente as musculaturas das costas, da região lombar, dorsal e cervical, as quais durante todo o dia não têm descanso.

Colchão Muito Rígido:
Aquele modelo bem duro, que não se adapta às curvas da coluna, deve ser evitado, pois cria pontos incômodos de pressão em seus ombros e quadris.

Vale salientar que um mau posicionamento ou movimento inadequado dos ossos pode causar o mau funcionamento dos tecidos e órgãos por todo o corpo.

Entorta a coluna e pode machucar os quadris, os ombros e as coxas. Um colchão assim também exige muito dos músculos, quando eles deveriam repousar.

Colchão Muito Macio:
Um colchão muito macio pode ocasionar curvas ou distorções na superfície, promovendo um desalinho da coluna vertebral.

A tensão viciosa que o músculo da área cervical, dorsal, lombar e glútea faz para restaurar a posição natural da coluna durante o período do sono, deixa a musculatura tensa, produz o desconforto e a dor pela manhã, agravando problemas de postura.Não dá a sustentação necessária para as partes mais pesadas do corpo, como os quadris, os ombros e as coxas. Em vez de moldá-las, ele afunda, desviando a coluna.

O Melhor Colchão:
Colchão certo, travesseiro certo, sono certo.

O melhor colchão não é “duro” demais, nem “mole” demais.

Todas as curvas do corpo devem ter apoio e a coluna ficar reta, sem ser forçada.

Se usarmos um colchão muito duro, você pode “entortar” a coluna e machucar os quadris, os ombros e as coxas. Seus músculos ficam tensos, quando eles deveriam descansar.

Se usarmos um colchão muito mole, não dá sustentação correta para as partes mais pesadas do corpo, como quadris, coxas e ombros. Ao invés de moldá-los, ele os afunda seriamente a coluna

Dormir de bruços: é proibido dormir de bruços, pois força a região lombar e a cervical; e acentua problemas de lordose, lombalgia e escoliose.

Barriga para cima: só aceito se colocado um almofadão embaixo dos joelhos, a fim de evitar lombalgia. O joelho semi levantado faz encaixar o quadril e compensar a lordose (curvatura da lombar). Utilizar travesseiro baixo, para não forçar a cabeça e a cervical.

Posição fetal: é a posição mais recomendada. Esta posição consiste em ficar de lado com as pernas levemente dobradas, o travesseiro deve preencher o espaço entre colchão, ombro e cabeça. Muitas vezes um travesseiro entre os dois joelhos aumenta o conforto nesta posição. É a posição mais recomendada.

Lombalgia: Contratura crônica da musculatura da lombar.

Lordose: Curvatura acentuada da lombar acima da normalidade.

O Travesseiro Certo?
O travesseiro deve funcionar como instrumento de compensação, evitando que o peso da cabeça force a coluna cervical e sua musculatura. Portanto, o material definirá o nível de toque e conforto. Porém, deve-se estar atento para a espessura do travesseiro. Precisa ter a mesma espessura para preencher o espaço entre ombro e cabeça, a fim de não forçar a cervical.

Qual Momento de Trocar o seu Colchão?
Um colchão tem prazo de validade máxima de 1 a 10 anos. Existe uma variação de qualidade e vida útil conforme o tipo de produto de um mesmo fabricante. Devemos verificar no certificado qual o tempo de uso recomendado.

De qualquer maneira devemos ter a atenção freqüente para a situação do produto. Alguns sinais mostram que está na hora de trocá-lo.

Verificar se existe alguma mancha ou coloração diferente, buracos ou sujeira.

Estar desnivelado, com a densidade muito baixa e desconfortável, mostram também a necessidade da troca.

Verifique a garantia de seu colchão. Interprete a garantia como validade.Todo colchão que termina sua garantia podemos entender que está sujeito a perder suas propriedades físicas. Portanto, um bom parâmetro é quando sua garantia está vencida, ou seja, já está na hora de trocar o colchão.

Existe um colchão especial quando o parceiro movimenta-se muito durante o sono

Com a evolução tecnológica na fabricação de colchões, principalmente os de molas, foram desenvolvidos produtos que minimizam o efeito da movimentação de um dos parceiros na cama.

Procure informar-se das opções na hora da compra.

Como Medir um Colchão?
O colchão deve ser sempre 2 cm menor na largura e no comprimento da parte interna da cama onde o mesmo será acomodado.

Como Escolher entre Colchões de Mola e de Espuma?
Existem muitas diferenças? O colchão de molas tem por característica a propriedade de possibilitar alto conforto, resistência e durabilidade para pessoas até 150 kg.

Os colchões de espuma possuem várias densidades, cada uma delas é indicada para uma determinada faixa de peso. Isso possibilita uma maior adequação do colchão a estrutura corpórea do usuário, aumentando o conforto e a durabilidade.

O que é Colchão Ortopédico?
O colchão ortopédico é aquele que oferece firmeza na sustentação do usuário sem comprometer o conforto.

A Cama Faz Diferença na Escolha do Colchão?
A diferença começa pelas suas medidas. O encaixe perfeito do colchão é importante.
As ripas devem possuir um espaço por volta de quatro centímetros entre elas, dando um melhor suporte e propiciando que haja ventilação.

Qualidade do sono pode depender da raça Postado em 25.08.2012


Qualidade do sono pode depender da raça

Moleendo Stewart não sabe dizer ao certo o que lhe causou problemas para dormir durante toda a vida, mas ele desconfia de alguns fatores.

Ele passou a infância em bairros barulhentos e agitados de Miami.

"Eu escutava pessoas dando tiros e vendendo drogas a noite toda", afirmou Stewart, de 41 anos, que agora vive na região de East Flatbush, no Brooklyn. Ele também cita seu peso, que atualmente é de 118 quilos, 22 a menos que os 140 que já teve.

Especialistas em sono destacam outro fator que pode prejudicar Stewart: ele é um homem negro.

A ideia de que a raça ou etnia de uma pessoa possa determinar a qualidade de seu sono é relativamente nova entre os pesquisadores. Mas, nos poucos anos em que epidemiologistas, demógrafos e psicólogos têm estudado essa relação, suas conclusões foram sempre as mesmas: ao menos nos Estados Unidos, o sono não é daltônico.

Brancos não hispânicos dormem mais e com mais qualidade que as demais raças, conforme diversos estudos indicam. Os negros, por sua vez, têm mais chances de dormir pouco e mal.

O que os pesquisadores ainda não sabem é a razão disso tudo.

'Nós ainda não chegamos ao ponto de afirmar com certeza se essa é uma questão de natureza ou de criação, de raça ou de situação econômica', afirmou Michael A. Grandner, pesquisador associado do Centro de Sono e Neurobiologia da Universidade da Pensilvânia. Mas, quando o assunto é sono, 'existe um curioso fator racial que estamos tentando compreender'.

Seja qual for a causa, médicos afirmam que desvendar o segredo das diferenças raciais no sono poderia dar novas ideais sobre a razão pela qual determinadas minorias étnicas apresentam maiores índices de pressão alta, obesidade e diabetes. Segundo eles, ajudar populações pobres e imigrantes a melhorar a qualidade do sono também ajudaria a interromper um ciclo de pobreza e desvantagens.

'Quando as pessoas não dormem muito bem durante a noite, elas se tornam menos produtivas durante o dia e são menos saudáveis', afirmou Mercedes R. Carnethon, professora associada de medicina preventiva na Escola Feinberg de Medicina da Universidade Northwestern. 'É um ciclo que se autoperpetua.'

As mais novas evidências de que a raça e a etnia podem afetar o sono foram reveladas em junho no encontro anual da Associação de Sociedades Profissionais do Sono, realizada em Boston. Em um dos estudos realizados, participantes brancos dos arredores de Chicago dormiam em média 7,4 horas por noite, hispânicos e asiáticos, 6,9 horas e negros, 6,8. A qualidade do sono – definida como a facilidade de adormecer e a duração do sono ininterrupto – também era maior entre os brancos que entre os negros.

Embora essas descobertas sejam compatíveis com pesquisas anteriores, o estudo conduzido por Carnethon levou em consideração fatores de risco como doenças cardiovasculares, apneia do sono e obesidade. Mesmo assim, negros e membros de outras minorias – que são estatisticamente mais propensos a ter esses tipos de problema – dormem menos e com menor qualidade que os brancos.

Obviamente, um dos fatores restantes, segundo Carnethon, é o socioeconômico.

Uma vez que Chicago continua a ser uma cidade consideravelmente segregada, 'os negros e hispânicos que participaram de nosso estudo geralmente vivam em bairros mais próximos de rodovias, em lugares mais barulhentos, com mais ruídos comerciais durante a noite e, potencialmente, com mais crimes, o que é bastante estressante para as pessoas', afirmou Carnethon. Com frequência, os habitantes de bairros de baixa renda possuem mais de um emprego ou trabalham em horários ruins, o que pode interferir com o sono.

A ideia de que a disparidade nas condições de trabalho e de vida pode explicar as diferenças raciais na qualidade do sono é bastante popular entre os especialistas. Entretanto, os estudos que levaram esses fatores em conta sugerem uma realidade mais complexa.

Um estudo realizado em 2005 – também na cidade de Chicago – acompanhou o sono de 669 participantes, levando em consideração sua renda, sua educação e sua situação no trabalho. Ao final, homens negros ainda dormiam 82 minutos a menos que as mulheres brancas, que apresentaram o melhor sono entre os grupos estudados.

Naturalmente, compreender quais são os efeitos da desigualdade social sobre a vida real pode ser bastante complicado.

'Existem mais diferenças sutis' entre as pessoas do que a renda e a educação, afirmou Kristen Knutson, professora assistente de medicina da Universidade de Chicago e uma das autoras do estudo. 'Nós não pudemos levar o stress em consideração, e pode ser que os homens afro-americanos estejam expostos a tipos de stress social que os homens brancos com a mesma renda e escolaridade talvez não sintam.'

Stewart, o morador do Brooklyn, afirmou ver a discriminação como uma das razões para sua falta de sono.

'Quando você é um negro nos Estados Unidos – ainda que obtenha sucesso em termos educacionais – você precisa lidar com as desigualdades inerentes à sociedade', afirmou Stewart, que administra um programa que coloca estudantes de minorias raciais em contato com carreiras nas ciências e na matemática. 'Eu não culpo a maioria – isso seria simplista demais. Mas, no geral, as coisas não são justas e isso é muito estressante.'

Especialistas no sono se referem a isso como o problema da 'autonomia' e estudos demonstram que isso pode afetar o sono. 'As pessoas que acreditam ter controle sobre suas vidas se sentem mais seguras durante a noite, dormem melhor e acordam mais dispostas na manhã seguinte, quando repetem esse processo novamente', afirmou Lauren Hale, professora associada de medicina preventiva na Universidade de Stony Brook, em Long Island, referindo-se a um estudo que realizou em 2009. 'Isso faz parte de um ciclo normal não apenas entre negros e outras minorias, mas também entre as populações em desvantagem.'

Ao menos um estudo sugere que os fatores socioeconômicos que afetam o sono dependam de raça e gênero. Por exemplo, ser divorciado ou viúvo era uma grande desvantagem para o sono entre homens hispânicos. Por outro lado, nunca ter se casado afetava profundamente os homens asiáticos. Mulheres asiáticas com baixa escolaridade tinham muito mais chances de apresentar problemas no sono do que mulheres brancas com a mesma escolaridade. Além disso, homens de todas as raças que estivessem em um relacionamento sério dormiam melhor do que homens solteiros, independentemente da qualidade de suas relações; já entre as mulheres, a qualidade dos relacionamentos exercia maior influência sobre o sono.

'O quesito socioeconômico tem relevância', afirmou Grandner, o líder do estudo, 'mas o fator econômico é menos importante que o social'.

Isso também pode ocorrer em função de fatores culturais. Crianças negras e hispânicas nos Estados Unidos costumam ter horários menos regulares do que as crianças brancas, de acordo com um estudo realizado por Hale em 2010 para os Institutos Nacionais de Saúde. Crianças brancas costumam ser colocadas para dormir com a ajuda de 'recursos linguísticos' – tais como conversas e a leitura de histórias – ambos associados a uma série de vantagens cognitivas e comportamentais.

Essas rotinas estabelecem padrões que podem durar por toda a vida, afirmou Hale.

'Quando não existe esse tipo de hábito na hora de dormir, sobretudo em relação ao uso de recursos linguísticos, as crianças podem estar perdendo a oportunidade de se desenvolverem e de dormirem da melhor maneira possível', acrescentou.

Mas alguns pesquisadores não estão preparados para desconsiderar a biologia. Em um estudo que será lançado em breve, Grandner descobriu que pessoas que dormem pouco têm mais chances de possuírem níveis elevados de proteínas C-reativas, mas a exata quantidade variava de acordo com a raça. As proteínas C-reativas são produzidas pelo corpo em caso de inflamação e já haviam sido relacionadas com problemas de sono.

As consequências da falta de sono crônica para todas as raças incluem um risco mais alto de obesidade, problemas cardíacos, problemas nos rins, AVCs e pressão sanguínea elevada. Outras ameaças traiçoeiras – como a depressão, as variações de humor e a diminuição na capacidade de aprendizado – também estão relacionadas à falta de sono, tanto como causas, quanto como consequências. Segundo os pesquisadores, para romper esse ciclo, os pacientes precisam transformar o sono em prioridade.

'Neste país existe uma ideia de que o sono não é tão importante, que muitas coisas precisam ser feitas e que o sono não precisa ser prioridade', afirmou Grandner, comparando os Estados Unidos com os países europeus onde as pessoas fazem pausas para dormir no início da tarde. 'Precisamos começar a pensar a respeito do sono da mesma maneira que pensamos a respeito de dietas e exercícios.'


CURIOSIDADES DO SONO Postado em 25.08.2012

Vc sabia:

É mesmo?
As vacas podem dormir de pé, mas só sonham quando estão deitadas.
As baleias e os golfinhos precisam respirar conscientemente; por isso, cada metade do cérebro dorme em momentos diferentes uma da outra, já que uma precisa estar ativa para a respiração.

mudamos de posição, por meio de movimentos inconscientes, cerca de 20 a 60 vezes por noite?
... 32% das pessoas dormem no lado direito, 18% do lado esquerdo, 44% de costas e 6% de barriga?
... quando sonhamos os sentidos continuam alertas, mas os músculos ficam paralisados? Isso é para evitar que a pessoa viva o sonho, podendo até se machucar.
... tem gente que sonha em preto e branco, segundo pesquisa feita pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)?
... cegos de nascença não têm sonhos visuais, mas sonham por meio de sensações, sons e cheiros?
... o relógio biológico do corpo humano, que nos aponta a hora de dormir e de acordar

DICAS DORMIR INDIGENAS Postado em 25.08.2012

Para relaxar a mente, os indianos abusam dos mantras, sons pronunciados repetidamente. Mantra, em sânscrito significa liberação da mente. Essas frases, versos e vibrações sonoras devem ser repetidos no mesmo ritmo e em voz baixa. Assim, ajudam a dissolver os pensamentos, chegando até a proporcionar um estado de transe. O mais tradicional é o OM, que se pronuncia aummmm. Antes de dormir, repita diversas vezes, preste atenção na sua respiração e tente não pensar em mais nada.
Já o ioga reequilibra o funcionamento da glândula pineal, a grande responsável pela produção de melatonina, hormônio que induz ao sono. A atividade também auxilia na respiração, que, feita corretamente, reduz muito a ansiedade. Faça como os iogues: deitado na cama, tampe uma narina e inspire profundamente pela outra. Troque a narina tapada e expire. Continue inspirando por uma narina e expirando por outra, repetidamente. Isso oxigena o cérebro e acalma a mente.

DICA DOS CHINESES Postado em 25.08.2012

Um banho morno à luz de velas com música suave deve ser seguido de um chá quente de camomila ou de erva-cidreira antes de se deitar. Já na cama, a automassagem, feita na base do punho de ambos os braços com o seu polegar, relaxa a mente e afasta a ansiedade. Faça por 5 minutos.

Quem pode se beneficiar com a Quiropraxia? Postado em 15.08.2011

Qualquer pessoa pode se beneficiar pelo tratamento (crianças, adultos, idosos, gestantes), já que estes desalinhamentos podem acontecer em qualquer idade e serem causados por traumas desde a infância, como por quedas, inflamações, má postura, acidentes, etc.

PORQUE CONSULTAR UM QUIROPRAXISTA? Postado em 15.08.2011

A consulta com um QUIROPRAXISTA consiste na anamnese (entrevista detalhada), exame físico, análise postural e radiológica para identificar a CAUSA do problema, da dor ou da queixa. Assim, além de tratar a causa do problema, e não apenas o sintoma (ação paliativa), o especialista também efetua recomendações para o paciente se manter bem após o tratamento como: realizar exercícios físicos específicos para a pessoa, orientações posturais, sugestão de colchão e de travesseiro adequados, alongamentos, dentre outras.

Segundo as Diretrizes da OMS para a Educação e Segurança em Quiropraxia e a Federação Mundial de Quiropraxia, a obtenção do titulo de Quiropraxista requer um tempo mínimo de 5 anos de formação em uma Universidade – ressaltando que no Brasil, há apenas duas Universidades. A Quiropraxia está estabelecida em mais de 80 países há 115 anos como nos EUA, Canadá, Europa, Austrália e Nova Zelândia. Atualmente, no Brasil existem pouco mais de 500 profissionais exercendo a profissão, sendo que todo Quiropraxista apto a exercer a profissão deve ter o seu numero de registro na Associação Brasileira de Quiropraxia (ABQ).

Geralmente as pessoas procuram o tratamento quiroprático por apresentar:
• Dores e problemas na coluna (cervical, dorsal, lombar, bacia);
• Hérnia de disco e dor ciática
• Dores de cabeça ou enxaqueca
• Dores e tensão muscular
• Problemas nas articulações do ombro, cotovelo, punho, quadril, joelho, tornozelo, pé, ATM
• Restrições de movimento,
• DORT/LER
• Injurias do trabalho e do esporte
• Tonturas e vertigens, zumbidos
• Torcicolo
• Fibromialgia,
• Distensões musculares, bursites e tendinites
• Bruxismo
• Síndrome do túnel do carpo
• Dores orofaciais
• Outras

As 5 fases do sono Postado em 18.07.2011

Passamos cerca de um terço de nossa vida dormindo. Dormir bem é essencial não apenas para ficar acordado no dia seguinte, mas para manter-se saudável, melhorar a qualidade de vida e até aumentar a longevidade. Este processo acontece em 5 fases:

1ª fase:
É a fase do adormecimento. Essa fase ocupa de 5% a 8% da noite de sono.

2ª fase:
De um sono mais leve.
Essa fase ocupa de 45% a 55% do tempo total do sono, durando cerca de 20 minutos.

3ª fase:
O corpo começa a entrar no sono profundo. Ccorresponde a uma média de 5% do tempo na cama.

4ª fase:
É o sono profundo, onde o corpo se recupera do cansaço diário. Dura cerca de 55 minutos, não mais que 20% da noite.

Sono REM:
A atividade cerebral está a pleno vapor e desencadeia o processo de formação dos sonhos. Depois de 10 minutos de REM volta-se a descer às fases de sono quieto.

Nas primeiras horas da noite predomina o REM. Pela manhã, percorre-se de quatro a cinco vezes o circuito do sono completo.

O que o organismo está fazendo enquanto você dorme? Postado em 18.07.2011

Liberação de hormônio:
Na infância, cerca de 90% do hormônio do crescimento são liberados durante o sono. Crianças que dormem mal têm mais chances de ter problemas no seu desenvolvimento físico.

Elimina o estresse:
Uma noite bem-dormida evita que o organismo acumule altos teores de cortisona. Esse hormônio contribui para aquele insuportável mau humor depois de uma noite em claro.

Imunidade:
Durante o descanso, o corpo libera as interleucinas: substâncias que ajudam o organismo a se defender de invasores, como vírus e bactérias.

Apetite em equilíbrio:
É durante o sono que o organismo libera maior quantidade de leptina, o hormônio que controla a sensação de saciedade e mantém as pessoas longe dos eventuais ataques à geladeira durante a madrugada.

Memória:
O sono interfere na regulação térmica do cérebro, a função essencial para o bom funcionamento dos mecanismos de memória e da vida psíquica.

A quantidade e qualidade de sono mudam com sua idade. Postado em 18.07.2011

Bebê:
Nos seis primeiros meses de vida, os bebês dormem até 18 horas por dia.

Adolescente:
Um pré-adolescente leva de cinco a dez minutos para dormir, dorme nove horas e meia e em 95% do tempo está imerso em um sono profundo e contínuo.

Adultos:
Na idade adulta, normalmente sete horas e meia fornecem um descanso adequado.

Velhice:
Seis horas normalmente são suficientes.